terça-feira, 2 de julho de 2013
Simplismente nada ...
“Sobre a minha alma amedrontada, sobre todas às vezes que chorei e cavei um riso lá dentro onde ninguém é capaz de alcançar, só eu sei de onde tirei tanta força. Após longos dias e longas noites jogada em meio aquela cama, onde pensamentos tomam conta de toda a minha mente, eu penso em como tudo poderia ter sido diferente, aquele choro eu deveria ter adiado, aquela pessoa eu deveria ter insistido: Fica, só mais um pouco. Aquele frio na barriga, eu deveria ter aproveitado. Quando pela primeira vez senti borboletas no estômago e mãos suadas, eu deveria ter vontade que o tempo parasse, eu deveria tanta coisa, mas eu deixei tudo passar por despercebido à minha frente e simplesmente não fiz nada.”
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